segunda-feira, 4 de maio de 2009

Escrita

Apresentação pelo Data Show de slides em formato Web com hiperligações de um “Mapa de Histórias”.
Exposição do objectivo da tarefa.
Iniciação da selecção por parte dos alunos, das hipóteses dadas em cada etapa.
Escrita colaborativa da história, de acordo com as escolhas efectuadas por cada um dos grupos de trabalho.
Discutir e rever o trabalho à medida que ia sendo escrito.
Aperfeiçoamento do texto ao longo do processo de escrita.
Leitura das histórias escritas.
Produção do hipertexto nos computadores dos alunos (Magalhães).









TRABALHOS DOS ALUNOS
Estes são alguns dos trabalhos que surgiram a partir da actividade proposta.
O alfaiate António

Era uma vez um homem chamado frei António, trabalhava como alfaiate e tinha um cão chamado Tomy.
O cão era chato, barulhento e bonito, enquanto o alfaiate era simpático, calmo e feio, mas… boa pessoa.
Ele costumava entregar os fatos nos Domingos, mas um dia o cão dele ficou enervado e rasgou os fatos todos. Com isso, o alfaiate meteu-o na rua. O cão foi encontrado por uma menina que lhe deu comida e disse-lhe:
-Ai, és tão fofinho! Vou procurar o teu dono.
Deu a volta à cidade inteira mas não avistou o dono dele, então voltou sítio onde encontrou o cão e viu o alfaiate à procura dele.
A menina perguntou ao homem se o cão era dele e este respondeu que sim. Como a menina gostava muito do cão, a sua mãe era viúva e o alfaiate solteiro, decidiram casar. Passado algum tempo, o alfaiate perdoou o cão e viveram felizes para a eternidade.

Carina, Manuel e Xavier.
O roubo dos fatos
Há muitos, muitos anos, em 1827, um alfaiate chamado Rui entregava os fatos sempre ao domingo. Certo dia, o seu cão chamado Bobi, rasgou – lhe os fatos. O alfaiate todo zangado, meteu-o na rua. Passados alguns dias o alfaiate perdoou ao cão e deixou-o entrar.
Pediu aos seus clientes desculpa, pelo atraso das roupas decidiu que com os bocados da roupa podia fazer uma manta de retalhos.
No dia seguinte, o alfaiate foi ao mercado comprar tecido para recompensar os clientes da entrega atrasada e confeccionar novos fatos. Quando os clientes foram buscar os fatos diferentes agradeceram ao alfaiate e pagaram-lhe bom dinheiro por eles.
A partir daí o cão nunca mais rasgou os fatos e foram todos felizes.

Carlos, Júlio, Lara e Paulo.
O alfaiate Miguel e o seu cão.

Há muito, muito tempo, no mês de Janeiro um alfaiate muito pobre chamado Miguel estava sentado num cadeirão ao pé da lareira. Este morava com o seu cão na aldeia de Santo António, numa casa feita de madeira. Ao pé da lareira, costurava com uma pequena agulha e linha. Tinha um bonito dedal dourado enfiado no seu dedo indicador. Certo dia, tinha acabado de fazer as roupas e foi ao mercado comprar: tesouras, agulhas, linhas coloridas, tecidos, dedal e material para remendos e bainhas. Quando regressou, encontrou as roupas que ia entregar rasgadas pelo cão. Furioso, meteu-o na rua.
O cão todo triste e de cabeça para baixo percorria todas as ruas de Santo António em busca de um novo lar. Uma menina chamada Matilde encontrou o cão, agasalhou-o, levou-o para casa e cuidou bem dele. No fim pôs-se a procurar o dono através de cartazes. Finalmente encontrou-o.
O dono ao descobrir ficou muito contente! Recebeu uma recompensa do Município pelos belos fatos que confeccionava.
A partir daí nunca mais lhe faltou dinheiro e alegria!
Adriana, Ricardo, Cristiana e Luiz.
TURMA DO 3ª I

2 comentários:

Turma disse...

Gostei muito de escrever este texto.Foi engraçado e divertido.






Adriana

Adrian Raileanu disse...

Foi giro fazer esta actividade, espero voltar a ter iguais.



Adriana da turma.

Seguidores

Acerca de mim

A escola foi construída em 1963 e restaurada em 2003. É composta por dez turmas do 1º Ciclo que funcionam em regime duplo. No Jardim-de-infância, funcionam duas turmas. No total, são duzentos e sessenta alunos. A nossa escola tem uma biblioteca e um centro de recursos. Os alunos têm várias Actividades de Enriquecimento Curricular: Inglês, Música Actividade Física e Natação.